A riqueza da diversidade

A riqueza da diversidade

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A cultura pode ser bastante destrutiva para pessoas que se encontrem fora dos padrões impostos, aceitos e incentivados. É muito comum que elas carreguem por anos, dores, sofrimentos e frustrações enormes por não se sentirem livres para expressar a sua sexualidade ou a sua identidade de gênero. Não se enquadram, mas não conseguem se permitir serem quem são devido a tantas pressões, olhares condenatórios, comentários que ferem, ou por acreditarem que estão em pecado, que estão contra a divindade e, por vezes, por não conseguirem se aceitar, e acabam vivendo uma vida dolorosa, cheia de repressão e culpa.

Algo que para alguns pode ser tão natural e belo, o fato de sermos diversos, plurais, únicos, pode parecer um grande absurdo a indivíduos preconceituosos, ainda com todo o esclarecimento e riqueza de informação que temos disponível atualmente.

A sociedade determina os padrões, as orientações e identidades que serão incentivadas e as que serão discriminadas. E muitas vezes, acabamos por seguir essa “cartilha comportamental”, sem pararmos para refletir sobre o quão isso é um grande equívoco cruel. Pessoas são alvo de violências e discriminações de diversos tipos por conta dessas regras sociais impostas de forma tão dura e influente ainda.

A orientação sexual, o sexo e a identidade de gênero não são simplesmente escolhas. Lutar contra o que sentimos, viver nos encaixando em um determinado modelo para evitar a dor do julgamento pode levar a dores ainda maiores, distúrbios psicológicos e a carregar enormes pesos ao longo da vida. Expressar a própria sexualidade é imprescindível para a saúde mental e emocional de todos nós.

Para uma melhor compreensão:

Uma pessoa biologicamente intersexo possui as características físicas sexuais de macho e fêmea.


Daí vem muitas falas carregadas de preconceitos e imposição de limitações:

- Meninos vestem azul e meninas vestem rosa!

- Menina não senta de perna aberta!

- Isso não é coisa de menino(a)!

- Menino(a) não pode fazer isso!

- Isso não é para você!

- Futebol é de menino e ballet é de menina!

- Menina não brinca de carrinho!

- Isso é muito feio pra menina!

E por aí vai...

São muitas as frases limitantes, castradoras e carregadas de preconceitos e repressões, que acabamos ouvindo ao longo da vida.


A pessoa biologicamente fêmea ou biologicamente macho, pode se identificar tanto com o gênero feminino quanto com o gênero masculino.

Quando a pessoa se identifica com o gênero relacionado ao seu sexo biológico, ela é chamada de sisgênero.

Quando a identidade da pessoa difere do gênero relacionado com o seu sexo biológico, ela é chamada de transgênero.


Geralmente é dividida em orientação heterossexual, homossexual ou bissexual.

É muito possível que muitas pessoas transitem por orientações sexuais diferentes por suas próprias experiências de vida. Portanto, a orientação sexual de uma pessoa não é necessariamente fixa.

O mais importante nisso tudo, é perceber que não cabe ditar regras ao outro, que todos devemos respeitar e naturalizar que as pessoas vivam de forma que possam expressar a sua verdade, sua liberdade e que devem ser aceitas como são. Certamente todos ganhamos em qualidade de vida, saúde mental e emocional, dignidade e maiores possibilidades de sermos felizes em sociedade.

E viva a diversidade!


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Deva Harischandra

Trabalho com meditações ativas, sessões e cursos de Massagem Tântrica (Método Deva Nishock).As Meditações Ativas são técnicas que envolvem som, respiração e movimento. Foram desenvolvidas pelo Osho especialmente para nós ocidentais. Elas nos ajudam a acessarmos o lugar de fazermos nossas reais escolhas, saindo dos [...]

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