EJACULAÇÃO PRECOCE
Não é falta de controle. É um corpo que acelera porque não sabe sustentar
publicado por RAAJ
A ejaculação precoce ainda costuma ser explicada de forma simples demais.
Ansiedade, nervosismo, falta de controle, excesso de excitação.
Essas explicações até parecem lógicas, mas raramente ajudam quem vive isso no próprio corpo.
Porque, para quem passa por essa experiência, não se trata de “não saber controlar”.
Trata-se de não conseguir acompanhar o que o corpo sente.
Ao longo do meu trabalho, observando o funcionamento real do corpo masculino, algo se repete com muita clareza:
na ejaculação precoce, o corpo acelera porque não aprendeu a sustentar excitação sem perder organização interna.
A excitação surge, e isso é natural.
O problema não é sentir rápido.
O problema é que o corpo não tem base para permanecer sentindo.
Quando a excitação começa, a respiração acelera quase imediatamente.
O tônus muscular sobe.
A atenção sai do corpo e vai para a mente.
O sistema entra em antecipação constante.
Em vez de viver a experiência, o corpo passa a prever o que vai acontecer.
Quando a sensação cresce sem apoio suficiente para sustentá-la, o sistema precisa aliviar a sobrecarga.
E o caminho mais curto que ele encontra é a descarga.
Isso não é uma decisão consciente.
Não é escolha.
Não é falta de maturidade sexual.
É uma resposta automática de um sistema que não se sente seguro para sustentar intensidade.
Por isso, muitos homens que lidam com ejaculação precoce vivem sempre à frente do próprio corpo.
Mesmo antes do toque, o sistema já está tentando se proteger.
Eles:
- antecipam o clímax,
- antecipam a perda da ereção,
- antecipam o “erro”,
- antecipam a frustração.
O corpo aprende que sentir é correr.
Que excitação é urgência.
Que intensidade precisa acabar rápido.
Com o tempo, esse padrão se automatiza.
O corpo não espera mais perceber, ele reage.
É por isso que tentar “segurar” a ejaculação quase nunca funciona.
Quanto mais o homem tenta controlar, mais o corpo entende que há perigo.
O controle excessivo aumenta a tensão, endurece o tônus e acelera ainda mais o sistema.
Técnicas rígidas podem até atrasar o reflexo momentaneamente, mas não ensinam o corpo a sustentar sensação.
Elas reprimem a resposta, mas não reorganizam o funcionamento.
O trabalho funcional segue outro caminho.
Ele não começa no controle.
Começa na organização do corpo.
Esse trabalho envolve:
- ensinar o corpo a reconhecer os sinais iniciais da excitação,
- perceber antes de reagir,
- desacelerar sem perder intensidade,
- sustentar sensação sem pressa,
- permanecer presente sem rigidez.
Quando o corpo aprende que pode sentir sem perigo, a excitação deixa de ser uma ameaça.
A descarga deixa de ser urgente.
A ejaculação deixa de acontecer cedo demais porque o sistema não precisa mais fugir da própria sensação.
Ela passa a acontecer no tempo do corpo.
No tempo da presença.
Não no tempo do medo.
Controle não reorganiza.
Organização corporal reorganiza.
Se este tema conversa com você, saiba que essa é a especialidade do meu trabalho.
Sou Raaj, cientista somática e Personal da Sexualidade Funcional, atuando de forma individualizada na reorganização da resposta sexual humana a partir do funcionamento real do corpo, não de fórmulas prontas ou técnicas isoladas.
Atendo pessoas que lidam com disfunção erétil, ejaculação precoce, falta de libido e outros bloqueios da resposta sexual, sempre com uma abordagem funcional, científica e aplicada.
Atendimento presencial em Pouso Alegre (MG)
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Se você busca clareza, organização corporal e um caminho real de transformação, entre em contato.













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