Mas afinal de contas: o que é esse orgasmo terapêutico?

Mas afinal de contas: o que é esse orgasmo terapêutico?

publicado por Prem Hamido (Daniel)

Até hoje em pleno século XXI (2020) é incrível a quantidade de pessoas que por falta de conhecimento ou preconceito ainda não chegaram a sequer vivenciar sobre o tantra por questões limitantes de crenças ou simplesmente preconceito

Esse recurso terapêutico que é apresentado às mulheres como uma excelente opção para resolverem suas disfunções sexuais e suprir seu corpo com a incrível capacidade regenerativa dos hormônios produzidos naturalmente pelo seu corpo.

Através de estímulos específicos e terapêuticos, são produzidos orgasmos múltiplos, liberados ao longo de uma hora e meia de sessão terapêutica com toques sutis, meditações ativas que acordam o campo bioelétrico, ativam a energia sexual corporal, mobilizam o orgônio (energia produzida pelo próprio corpo).

As meditações ativas soltam estruturas rígidas e repressoras sensoriais chamadas de couraças ou armaduras energéticas e através de um campo de amorosidade, respeito e confiança, motivam a atendida a vivenciar ativações neuromusculares no clítoris, laterais(lábios externos e internos) manobras que acessam uma estimulação extremamente prazerosa, desenvolvendo intensos orgasmos durante o atendimento terapêutico.

             O orgasmo é um dos melhores e mais eficientes tratamentos reguladores das disfunções hormonais. O cortisol - principal hormônio do estresse- apresenta-se em níveis elevados entre as mulheres de todas as épocas, mas principalmente nos dias de hoje, em que a demanda de responsabilidades sobre a mulher tem crescido consideravelmente. Além da redução dos níveis de cortisol no sangue, os níveis de ocitocina aumentam em 5 vezes após uma forte experiência orgástica. Níveis mais altos de ocitocina fazem a pessoa se sentir feliz, enquanto baixos níveis de ocitocina estão relacionados à depressão e a níveis mais baixos de hormônio tireoidiano.

                 A ocitocina também estreita a vinculação afetiva entre mãe e bebê e entre parceiros. Em outras palavras, o orgasmo ajuda na regulação do cortisol, estrogênio e hormônios tireóidianos – a permanecer em seu ponto de equilíbrio. O orgasmo reduz a dor pela metade, sem alterar a sensibilidade. O orgasmo aumenta a fertilidade, aumentando a pressão negativa dentro do útero - quando a ocitocina é liberada após o orgasmo, as contrações uterinas aumentam a sucção do sêmen no colo do útero. A ocitocina pode aumentar a densidade óssea, evitando doenças ósseas como a osteoporose. Qualquer pessoa que deseje manter-se em perfeito equilíbrio funcional necessita de doses intensas de orgasmos.

Segundo o pesquisador e psicólogo americano Barry Komisaruk, professor da Universidade Rutgers, o orgasmo feminino pode ter um efeito terapêutico. Komisaruk, que já passou 30 de seus 72 anos investigando os benefícios do prazer sexual no bem-estar das mulheres, em seu último estudo demonstra que o clímax estimula todas as principais áreas do cérebro e tenta encontrar possíveis usos terapêuticos do estímulo vaginal.

No atual estágio, os estudos de Komisaruk estão concentrados em verificar se o prazer sexual pode ajudar no tratamento de pacientes com ansiedade, depressão ou dependências.

Durante sua pesquisa, Komisaruk colocou suas pacientes em câmaras de ressonância magnética com a recomendação de estimular suas partes íntimas até alcançar o orgasmo.

Devido ao tabu associado a sexualidade e ao tema orgasmo, as entidades que financiam são reticentes em dar dinheiro para estudos sobre o prazer e o sexo com receio de terem suas imagens manchadas em temas polêmicos. Em parte porque enfrentam a pressão social. O governo não quer se envolver com pesquisas sobre a sexualidade por temor de ser criticado com o argumento de que há problemas mais sérios.

Segundo Komisaruk, há um enorme aumento da atividade no cérebro de uma mulher durante um orgasmo, havendo um aumento impressionante do fluxo de sangue e de oxigênio na cabeça, ambos nutrientes muito benéficos para o cérebro.

Segundo o pesquisador, são monitorados a atividade durante o clímax e observados quais zonas são ativadas quando a mulher tem um orgasmo. Percebeu-se que seus efeitos benéficos chegam a todos os sistemas principais do cérebro. Fala-se em pelo menos ao sistema sensorial, ao sistema de coordenação motora e outros associados.

. Há uma zona chamada núcleo accumbens que é a área do prazer.

Essa área é ativada pela nicotina, pelo chocolate, pela cocaína e também pelos orgasmos.

Comprovou-se que as mulheres que tinham mais orgasmos gozavam de uma melhor saúde cardíaca. O estudo em homens mostrou que os que tinham menos orgasmos não haviam liberado substâncias tóxicas que estavam acumuladas na próstata pela ausência de ejaculação. Esse fator os faz mais propensos ao câncer.

Diante desses fatos, avalie os pontos favoráveis e venha agendar uma sessão com um terapeuta sério, competente e ético. Aguardamos você.

Fonte: 

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/10/131020_orgasmo_feminino_efeito_terapeutico_rw

Prem Hamido (Daniel)
Terapeuta Tântrico formado pela Comunna Metamorfose, Instrutor de Delerium Privativa - Treinamento Multiorgástico para Casais com as (Sensitive Massagem, Êxtase Total Massagem, Yoni Massagem e Lingam Massagem, G-Spot e P-Spot Massagem), Atende homens, mulheres e casais (heterossexuais e LGBT's). Trabalha há 14 anos com [...]

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