O Que a OMS Diz Sobre Práticas Integrativas?

Entenda o posicionamento da Organização Mundial da Saúde sobre terapias integrativas e complementares

O Que a OMS Diz Sobre Práticas Integrativas?

publicado por
em 02/01/2026

As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) têm sido cada vez mais procuradas por pessoas que buscam um cuidado mais humano, preventivo e integral. Mas o que muita gente não sabe é que essas práticas são reconhecidas e incentivadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há décadas.

Neste artigo, você vai entender o que a OMS diz oficialmente sobre as práticas integrativas, quais são seus limites, benefícios e por que elas fazem parte das estratégias globais de saúde.

O reconhecimento das Práticas Integrativas pela OMS

A OMS reconhece que uma grande parcela da população mundial utiliza práticas integrativas como forma principal ou complementar de cuidado à saúde. Em muitos países, esses saberes fazem parte da cultura tradicional e do cuidado cotidiano.

Segundo a OMS, as práticas integrativas:

Esse reconhecimento não é recente e faz parte de estratégias globais de saúde.

O que a OMS entende por Práticas Integrativas?

A OMS utiliza termos como Medicina Tradicional, Medicina Complementar e Medicina Integrativa para definir sistemas e práticas que:

Entre essas práticas estão:

 

Estratégia Global da OMS para Medicina Tradicional e Integrativa

A OMS desenvolveu estratégias globais para orientar os países sobre como integrar essas práticas aos sistemas de saúde de forma segura e responsável.

Os principais objetivos dessas estratégias são:

1. Fortalecer políticas públicas de saúde

A OMS incentiva os países a criarem políticas nacionais que organizem, regulamentem e ampliem o acesso às práticas integrativas.

2. Garantir segurança, qualidade e ética

A organização reforça a importância de:

3. Incentivar pesquisas científicas

A OMS estimula pesquisas que avaliem:

4. Promover integração com a medicina convencional

As práticas integrativas devem complementar, e não substituir, tratamentos médicos essenciais.

A visão da OMS sobre saúde integral

Um dos pilares do posicionamento da OMS é a definição ampliada de saúde. Para a organização, saúde é:

“Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.”

As práticas integrativas contribuem diretamente para essa visão ao atuarem em:

Práticas Integrativas nos sistemas públicos de saúde

A OMS incentiva a inclusão das práticas integrativas nos sistemas públicos de saúde, desde que haja organização, critérios técnicos e segurança.

No Brasil, isso se reflete na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), alinhada às recomendações da OMS, ampliando o acesso da população a essas terapias no SUS.

Limites e responsabilidades segundo a OMS

A OMS também é clara sobre os limites das práticas integrativas. Segundo a organização:

Ou seja, reconhecimento não significa uso indiscriminado.

Por que este posicionamento da OMS é importante?

O reconhecimento da OMS:

Esse posicionamento ajuda o público a diferenciar práticas sérias de abordagens sem critério ou base ética.

Como escolher práticas integrativas alinhadas à OMS?

Para estar alinhado às recomendações da OMS, é importante que o usuário:

A Organização Mundial da Saúde reconhece as práticas integrativas como aliadas importantes da saúde, especialmente na promoção do bem-estar, prevenção de doenças e fortalecimento do autocuidado.

No entanto, a OMS reforça que essas práticas devem ser:

Quando aplicadas com responsabilidade, as práticas integrativas ampliam o olhar sobre a saúde e contribuem para um cuidado mais consciente, humano e transformador.

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Gabriela

Terapeuta corporal e artista plástica, Gabriela integra em sua trajetória o encontro entre sensibilidade, presença e investigação profunda da natureza humana. Nas artes, desenvolveu um olhar atento para a expressividade do corpo e para a poética que existe nos gestos, nas texturas e nos silêncios.Estudou [...]

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